Esses eventos aconteceram durante as 24 horas do dia 15/06/2009.
Depois de uma noite regada a música e alcool, acordar cedo na segundona não foi muito fácil. Mas lá fomos nós, com toda a boa vontade do mundo, procurar uma agência de turimos que nos levasse para Viña del Mar e Valparaiso. Como o passeio a Pucon #fail, tive que buscar coisas para fazer nos 4 dias que iria para o sul do Chile. Coisas bem menos extremas, claro, mas que ainda foram divertidas.
Saímos logo cedo com um grupo de 11 pessoas. Conseguimos um desconto maiomeno: com o transporte (onibus de ida e volta) + city tour o pacote ficou cerca de 11 mil pesos por pessoa (mais ou menos 45 reais). O preço individual era de 15 mil pesos (12 reais mais caro).
Direto para o terminal de ônibus, pegamos o “bus” (bús mesmo, não bãs) e chegamos lá cerca de 2 horas mais tarde. A cidade é muito bonita, tem um ar meio europeu, lembra algumas cidades do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais.
Logo no começo do city tour o guia nos levou num ponto alto para vermos a cidade. Diferente de Santiago, que é totalmente plana, Viña del Mar possui ladeiras impressionantes. A vista lá de cima foi realmente impressionante.
Descendo do morro demos de cara com um dos maiores símbolos chilenos. O Rapa Nui. Segundo o guia, essa era a única peça dos monumentos verdadeiros que estava fora da Ilha de Pascoa (e eu que num dia qualquer desses de ressaca extrema confundi a Ilha de Pascoa com Stonehenge).
Conhecemos também o Anfiteatro Quinta Vergara, famoso mundialmente pelos seus festivais de
música. Vários brasileiros se apresentaram nesse local, e se não me engano, o pagodeiro Alexandre Pires alcançou a fama internacional depois de vencer esse festival.
Depois, o Relógio Florido, que me lembrou muito as cidadezinhas do interior de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Subindo as ladeiras da cidade encontramos um pequeno castelo inglês que ficava na mesma rua da casa de veraneio do chefe de estado chileno.
Logo após um almoço num Burguer King a primeira visualização de um oceano que dá de cara para a Ásia: o Pacífico. Uma experiência bem diferente para quem está acostumado com a África no fim do horizonte marítmo. A temperatura da praia estava muito fria, e a água beirava o congelante. Muito diferente do que estamos acostumados com a costa brasileira, mas sentar e observar o Pacífico com certeza faz você pensar, é uma experiência bem interessante.
Seguindo reto aqui provavelmente chegariamos na Australia ou Nova Zelandia.
A cidade é realmente muito interessante. Possui um Cassino, muito poder militar que fica exposto, construções lindas, ladeiras malucas e muito jardim planejado. Vale o passeio, é tranquilo, sem nada muito obscuro ou extremo, mas dá para passar um dia legal pelas redondezas.
Já em Santiago, a noite foi de festa e muita bebida, e não podia ser diferente. A brasileirada aonde se encontrava fazia festa, demorava pouco pra aparecer alguns estrangeiros e se enturmarem com nós. Sem detalhes nessas partes, “What happens in Santiago, stays in Santiago”.
Veja várias outras fotos de Viña del Mar e Valparaiso no meu Flickr.







É pessoas, o mundo dá voltas, e algumas delas são extremas e inesperadas. Depois de um 2008 turbulento, 2009 parecia tomar o mesmo caminho. Breve e equivocado engano da minha parte.